sábado, 31 de maio de 2008

paisagens urbanas II

exposição guifu kenjin-kai




marcos de oliveira - pescando na beira o velho chico
marcos schiaz - ouro preto
cristiane carbone - museu de imigração japonesa (curitiba)
mitsuo nakano - o vendedor de coco bahiano

reflexões nada particulares

hoje está frio... mal esse blog começou e já fiquei dias sem postar nada... eu sabia que ia ser difícil administrar meu tempo; por incrível que pareça, o resultado parcial da enquete aí da esquerda aponta que alguns de vocês desejam encontrar neste sítio, entre algumas outras alternativas, "reflexões em geral" (seja lá o que for isso...); bom, caraca, que responsabilidade!! no mínimo, fiquei preocupado... o negócio é arregaçar as mangas e tocar a bola (seja lá também o que uma expressão tem a ver com a outra... rsrsrs)... espero que agora que finalmente configurei o blog para postagens de comentários livres eu possa receber alguma retro-alimentação hetero-reguladora...

perdi o show do
velhas virgens por pura preguiça; será que alguém que foi poderia postar algum comentário sobre o que aconteceu naquele lugar que de bonito só tem o logotipo? (eu juro que vejo um olho de arara naquele símbolo que imita as janelinhas da microsoft!)...

tem uma exposição "japonesa" no átrio (bondade minha...) do único (é sempre bom lembrar...) shopping aqui de mogi que merece ser visitada: alguns óleos sobre tela (acrilic on canvas?) interessantes que merecem ser apreciados; fotografei alguns e estou ousando postar aqui de forma não autorizada, correndo o risco que alguém reclame... se alguém achar ruim, prometo que apago de imediato, ok? sinto falta de museus e galerias de arte... como pode esta cidade conviver com uma carência dessas? mas tudo bem... ou tudo mal... poucos também são os que reclamam de livrarias decentes, daquelas que não só coloquem títulos de porcarias mais-vendidas na vitrine...

falando nisso (o último assunto acima), o sr. içami tiba continua fazendo sucesso aqui na terrinha do caqui com sua astuta mediocridade; tentei conseguir um convite para assisti-lo, pois queria muito uma oportunidade para confrontá-lo com algumas questões que guardo há tempos; ofereceram-me um ingresso promocional a 40,00 reais... hahahaha... não pago um tostão sequer a esse senhor, todo mundo sabe! mais do que falar obviedades toscas, o "dr. quem-ama-educa" (o próprio bolso, é claro...) é um dos mais típicos exemplares de apropriação indevida do conhecimento: ele se apresenta como o ser iluminado, com respostas para tudo, dono da verdade, como se a ciência, a pesquisa acadêmica e a psicoterapia nada tivessem a oferecer diretamente no campo das relações parentais (xi... prometi que não iria falar de psicologia aqui!!); é como se tudo pudesse ser resolvido por meio da reflexão, no caso, reflexão por parte da cabeça dele; até a maiêutica socrática seria melhor... lamentável... ninguém precisa ser muito crítico para perceber que seu discurso ideológico é para agradar apenas aos pais dos adolescentes que, coincidentemente, costumam ser os compradores dos seus livros... em geral, pais ávidos por uma confirmação de suas próprias concepções preconceituosas e hierarquizantemente autoritárias... bom, o que mais podíamos esperar de alguém que se apresenta com um currículo no qual o principal mérito é o número de atendimentos que já fez assim como o número de livros que já vendeu?? a velha fórmula de sucesso tautológico do morder o próprio rabo... pelo amor de deus, gente, lídia weber e seu
eduque com carinho dá de dez a zero (nove, pelo menos...) nesse engodo travestido de respeitabilidade pelo sucesso editorial de vendas!!

p. s.: ah, pediram para eu trocar a foto do meu perfil... desconfio que acharam a antiga um tanto quanto sinistra...

quarta-feira, 28 de maio de 2008

paisagens urbanas


domingo, 25 de maio de 2008

em homenagem à parada gay II

nunca é demais lembrar...

em homenagem à parada gay I

este filme é de 2005, mas só recentemente o descobri; não sei se vocês assistiram a ele em algum canal de tv na época... mas posso dizer que, mesmo que a idéia não seja original, ficou muito bonito; beleza à parte, espero que ele produza alguma reflexão, ainda que mínima, nos que insistem em reproduzir concepções retrógradas de intolerância às diferenças no campo da sexualidade humana...

comercial contra o preconceito

sábado, 24 de maio de 2008

coisas

virada cultural em mogi das cruzes II

alguém pode me explicar por que nosso secretário da cultura insistia em acordar quem cochilava na platéia do theatro vazques, durante a apresentação do revista do samba?

revista do samba

o mundo está girando ou são só as luzes do globo?

essa banda é de sampa e a conheci tocando sábado no divina comédia aqui em mogi, após a apresentação do fellaccios (banda na qual toca meu amigo cícero); verdade que estava meio tonto (a moça fantasiada de tiazinha não me deixa mentir...), mas mesmo depois, sóbrio, deu para constatar que os caras são bons de fato; a primeira música que eles tocaram na noite, com forte inspiração no the doors, eu não encontrei no youtube, mas esse vídeo dá uma idéia do potencial criativo (musical e visual) dos integrantes; na ocasião, instrumentais performáticos também não faltaram...

p. s. 1: deixo aqui meu protesto em relação à administração daquela casa, que nem um banheiro decente oferece aos seus freqüentadores do gênero masculino; além de nojento, nem abastecido de papel higiêncio é (falo isso, porque acabei tendo que conhecer o banheiro feminino por pura necessidade... hehehe...)

p. s. 2: acabei de escrever o
post scriptum acima e preciso esclarecer que a relação do mesmo com as imagens finais do vídeo é mera coincidência... rsrsrs...

bazar pamplona

sexta-feira, 23 de maio de 2008

virada cultural em mogi das cruzes


bom, uma meia-virada... pouca coisa de madrugada e, cá entre nós, o casarão do carmo não é, decididamente, um bom local para eventos dessa magnitude: eu e meus amigos ficamos do lado de fora ao tentarmos assistir ao saneamento básico (jorge "ilha das flores" furtado)... no mais, vi pouca coisa, mas valeu pelo revista do samba e pela atração do encerramento, o cordel do fogo encantado (vide vídeos abaixo); desse último, essa foto foi a única que prestou das minhas tentativas de registrar o acontecimento; lamentavelmente pouca gente presente, considerando a população de mogi...

não vou desperdiçar títulos...



"e deixa que digam, que pensem, que falem"
(jair rodrigues - deixa isso pra lá /caetano veloso - língua)

essa foto, no modo noturno, era pra ser só um teste; para meu deleite, acabei não a deletando (ah, esses anglicismos nos perseguindo até na hora dos trocadilhos...); bem... ela foi eleita, por voto único obviamente meu, um auto-retrato; talvez, melhor, um auto-retrátil, algo assim como uma esquiva, um fazer-se-mostrar-sem-se-desvelar (odeio esses recursos primitivos de hífen!); um título completo mais explícito poderia ser auto-retrato do artista que não quer se ver; mas qualquer crítico de folhetim barato saberia interpretar tal obra e tal título; críticos de arte estão quase sempre a rondar o terreno das intenções do autor, seu mundo psicológico, seus processos internos..." o que ele queria dizer com isso?"; tudo bem, arte é pra ser expressiva, muitos, como eu, diriam... mas ainda defendo a idéia do significado a ser construído na interação obra-público, ator-"platéia", falante-audiência (olha aí o hifen, outra vez, agora a serviço de um maniqueismo capcioso, pelo menos quando não se trata de uma análise/decomposição meramente didática... bem melhor o paralelismo da barra...) bom, voltando depois desse rodeio (não o bairro desta cidade), perguntariam: não quer se ver e/ou não quer se mostrar?; não por inteiro?; o que significa apenas um contorno preenchido sem definição?; seria um paradoxo? (neste caso, "um paradoxo estendido no asfalto"), já que o melhor poderia ser nem fazer a obra, nem publicá-la; aí seria a solução do problema antes dele existir; ou outro problema: a falta de tensão; o mundo estático;
ok, ficarei por aqui, pois não quero dar "pérolas às ostras", se é que vocês me entendem...

quinta-feira, 22 de maio de 2008

cordel do fogo encantado - preta

lembrei de "diariamente" (nando reis/marisa monte)...
claro que mais desenvolvido visualmente...

(agradecimentos a keila, que me falou da música)

e se sesse - zé da luz (por cordel do fogo encantado)

versão tupi-nanquim (sic) de "if", de rudyard kipling?? nossa!!
nada a ver... nem por todo guilherme de almeida... rsrsrs...
isso é brasilidade em estado bruto (que também ama)...

terça-feira, 20 de maio de 2008

aimee mann - pavlov's bell

música sonhada: hahahaha...
a aimee mann não sabe amarrar o tênis
nem de trás pra frente...


o ipod e o bolso do pijama

dia desses sonhei com a própria música que estava ouvindo ao dormir; lembro que a letra era em inglês e havia toda uma contextualização: todos estavavam com fones de ouvido, sentados em roda, acompanhando a lyrics que estava sendo projetada em um telão... acho que nem uma aula de cursinho de idioma é assim! bom, quando meu sonho musical terminou, percebi que meu aparelhinho tocador de músicas (me recuso a utilizar essas metonímias de marcas e formatos de arquivo), estava sobre meu peito e fiquei pensando... que bom seria se pudéssemos tomografar (para evitar o anglicismo em forma de verbo da palavra scanner) nosso coração e identificar nossa música interior; ainda bem que não pensei isso por muito tempo, pois com certeza esse estetoscópio mágico-tecnológico nada varreria além de sons literalmente orgânicos, melódicos sim, mas muito distantes daquilo que poderia ser a trilha sonora desejada para nossa vida; música, assim como a vida, tem que ser social...

p. s.: à propósito, não durmo de pijama...

segunda-feira, 19 de maio de 2008

janela




o mundo em minhas teclas

fazer um blog...
vamos deixar de lado, por enquanto, o(s) significado(s) disso...
só convido você a compartilhar (palavra-chave!!) essa experimentação...
abraços,
gabriel